Colégio Diocesano de Caruaru

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Professores do Diocesano avaliam prova do Enem

            As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), aplicadas em todo o país nos dias 23 e 24 de outubro, estão sendo consideradas as mais difíceis na história do exame por centenas de especialistas em todo o país. Os coordenadores de área do Diocesano comentaram o nível da prova e como os alunos do colégio se prepararam para o exame.

 

Área de Matemática

 

“A prova foi muito trabalhosa, contemplou alguns assuntos tradicionais, como a ideia de mediana, mas com ênfase menor. O aluno deve ter tido problema com o tempo, uma opinião nacional, por isso o índice de acertos deve ser reduzido. A prova também priorizou muito a ideia de competências e habilidades. Houve cascas de banana e até mesmo o INEP, que redige a prova, sugere que não tenha, mas infelizmente teve. O nosso aluno estava preparado, o grande problema é o tempo, por isso a importância de fazer os simulados estilo Enem que o colégio promove para que o estudante possa se familiarizar. O aluno tem de ter ciência de que em sala precisa estar concentrado para compreender o enunciado das questões. Cada vez mais é necessário fazer uma única leitura para compreender o texto, e o Enem mostrou que o fator tempo pesa muito”

Professor KenjyChung, coordenador da área de Matemática do Diocesano

 

Área de Ciências da Natureza

 

“A prova foi surpreendente, porque este ano as questões que traziam as competências de química e física vieram mais conteudistas, deixando de lado a contextualização, o dia a dia, a identificação dos fenômenos no dia a dia. O quantitativo de questões foi bem distribuído, sendo 15 para cada área. Esse ano a prova trouxe menos textos, mas foi rica em gráficos e figuras. A preparação dos nossos alunos passou pelos simulados que recriaram o modelo do Enem. A nossa abordagem em sala de aula traz mais prática, fazendo com que a teoria ande com os acontecimentos do dia a dia.”

 

Professor Marcelo Bezerra, coordenador da área de Ciências da Natureza do Diocesano 

 

Área de Ciências Humanas

 

“A avaliação da prova e dos nossos alunos, em sua maioria, é que muitos gostaram da prova. Ainda não saiu o gabarito oficial, mas muitos acertaram um bom número de questões. Precisamos investir bastante nas áreas de filosofia e sociologia, que têm dado um novo perfil à prova, que se dividiu em conceitos, linguagens e gráficos. O nível de abstração foi de razoável para alto; não foi uma prova fácil, foi uma prova que exigia o domínio de conceitos, exigia um domínio de interpretações, do mínimo de conteúdo; foi uma prova exigente. Do ponto de vista de humanas, os depoimentos nos asseguram que a gente atingiu o esperado.”

Professor Veridiano Santos, coordenador da área de Ciências Humanas

 

Área de Códigos e Linguagem

 

“A prova foi muito longa e extremamente cansativa, com um agravante: é aplicada no mesmo dia da prova de matemática e a redação, ambas que exigem atenção absoluta. Do ponto de vista do conteúdo, foi dentro do esperado. O nível de dificuldade é grande: só para se ter uma ideia, os principais cursinhos do país resolveram a prova na noite do domingo e discordaram de pelo menos dez questões. O número é muito alto. A prova tem um alto nível de abstração. Sobre a redação, um aluno que trouxe dados, que trouxe elementos históricos, que fez citações literárias, que foi comedido e reflexivo, se deu bem. É um tema de necessário debate, mas sem o viés do radicalismo feminista ou machista. Contra a violência já devemos ser de qualquer forma.”

Professor Menelau Júnior, coordenador da área de Códigos e Linguagens

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